A casa já tem um sistema. Ele mora na porta da geladeira.
Funciona porque todo mundo vê. Só que ele não lembra ninguém, não divide a conta, não paga a mesada — e não sai de casa com você. O 101 Lar é a porta da geladeira que avisa a tempo.
24 entrega ciências
o mesmo conteúdo, os mesmos dois dias — a diferença é quem lembra
A casa não falha por falta de amor. Falha por falta de combinado.
Ninguém esquece a prova do filho de propósito. Esquece porque a informação chegou por um caminho — o grupo do zap da escola, um bilhete na mochila, uma frase no corredor — e nunca virou lembrete de ninguém.
“Ninguém me falou da prova”
Falaram. No grupo da escola, entre 200 mensagens, numa terça de manhã. A informação existiu — só não chegou em ninguém a tempo de estudar.
Uma pessoa vira o servidor da casa
Sempre tem alguém que guarda tudo na cabeça: consulta, uniforme, material, remédio. Não é organização, é sobrecarga — e ela não tira férias.
A mesada que atrasa dois meses
Você combinou dia 5. Chegou dia 20 e a criança lembrou. A lição sobre dinheiro que você queria ensinar virou uma lição sobre promessa quebrada.
“Quem pagou o quê mesmo?”
Mercado num cartão, escola no outro, luz no débito de quem. No fim do mês, ninguém sabe quem deve a quem — e ninguém quer ser o chato que pergunta.
A rotina vira briga toda noite
Sem um lugar que diga o que falta, você repete a mesma frase às 20h. A criança ouve cobrança; você só queria que ela escovasse os dentes.
“Mas você deixou semana passada”
E deixou mesmo. Sem a regra escrita e com data, todo combinado vira discussão de memória — e quem tem 12 anos lembra melhor que você.
Criança não é funcionária. E vó não precisa ver a conta de luz.
O 101 Lar conhece a diferença entre quem decide, quem cresce e quem ajuda — e mostra pra cada um só o que é dele.
Quem conduz a casa
Vê tudo: agenda, rotinas, saúde, dinheiro, regras. Define a mesada, combina os acordos e divide as contas com o outro adulto.
quem assina o planoQuem está crescendo
Vê a rotina dela, as provas dela e a mesada dela — com o cofrinho e o objetivo à vista. Não vê a conta de luz nem a conversa dos adultos.
entra de graça · sem anúncioVó, babá, o outro pai
Vê só o combinado: a carona de terça, a consulta, a alergia da Nina. Nada de dinheiro, nada de conversa de casal, nada do resto da vida.
entra de graçaA casa cabe em mais de um endereço. Pais separados, avó que busca na terça, casa do pai no fim de semana: cada pessoa entra com o acesso dela e enxerga só a parte que lhe cabe. O combinado atravessa as duas casas — a intimidade de cada uma, não.
Organizado por resultado, não por menu.
Dez frentes que trabalham juntas — porque na casa real elas nunca estão separadas.
A escola sem susto
Provas, trabalhos, reunião e o que precisa comprar pro trabalho de ciências. A prova aparece com antecedência de estudar, não na véspera de chorar.
Rotinas que param de virar briga
Manhã e noite, por criança, com figurinha pra quem ainda não lê. Quem cobra é a lista, não você — e a criança marca sozinha o que fez.
Mesada que ensina
Pagamento na data, cofrinho e um objetivo à vista — o fone, a boneca. Você escolhe se ela é livre ou se destrava com a rotina cumprida.
A saúde que ninguém lembra na hora
Consultas, vacinas atrasadas, remédio contínuo, carteirinha e — a que mais importa — a alergia da criança, onde qualquer adulto responsável consegue ver.
A conta da casa, sem ser o chato
Mercado, escola, luz: cada um lança o que pagou e o app diz quem deve quanto pra fechar o mês. A conversa sobre dinheiro deixa de ser cobrança.
Regras combinadas, com data
“Tela 1h depois do dever.” Escrita, com quem topou e desde quando. Não é o adulto contra a criança de memória — é o combinado, do jeito que foi combinado.
Recado que vira tarefa
O mural da casa no lugar do grupo onde nada se acha. “Preciso de cartolina” vira item do mercado; “quem busca a Nina?” vira carona com dono.
O dia da casa numa tela
Quem leva quem, o que vence, quem está onde. A pergunta das 7h da manhã respondida antes de alguém precisar perguntar.
Como se faz — o manual da casa
Lavar roupa, limpar o banheiro, arrumar o quarto, cuidar do cachorro. A rotina diz o que e quando; isto diz como, em passos. Responde “mas eu não sei fazer” sem virar cobrança — e é o que a vó ou a babá abre quando chega.
Continua sendo a geladeira
Nada de “workspace” nem de “projeto”. Bilhete, lista, calendário e ímã — as palavras que a sua casa já usa, num app que a criança de 7 anos abre sozinha.
Do lado de lá, não é um painel de controle. É o dia dela.
A criança não quer gestão. Ela quer saber o que falta pra poder jogar, quanto já juntou pro fone e se hoje é a vez dela de escolher o jantar. É o mesmo dado dos adultos, com outra cara — e sem nada que não seja dela.
- A rotina dela, com figurinha — quem tem 7 anos e ainda lê devagar entende por emoji. Marca sozinha, sem ninguém do lado.
- O cofrinho com o objetivo — “faltam R$ 70 pro fone”. Dinheiro deixa de ser abstrato quando tem uma barra enchendo.
- As regras que ela topou — com a data e o nome dela junto. Ela pode até pedir pra rever; não pode dizer que não sabia.
- Sem anúncio, sem loja, sem estranho — o app da criança não vende nada pra ela e não tem ninguém de fora da casa. Nunca.
Preço de casa, não por cabeça.
Um valor por lar. Filho, avó e babá nunca contam como licença — seria muito estranho cobrar por parente.
- Inclui
- O dia da casa e o calendário da família
- Rotinas com figurinha pras crianças
- Provas, trabalhos e reuniões
- Mural de recados
- Regras combinadas
- Tudo do Lar, mais
- Mesada com cofrinho, objetivo e extrato
- A conta da casa dividida entre os adultos
- Saúde: vacinas, alergias, remédios e convênio
- Rede de apoio (vó, babá, o outro pai)
- Lembretes no celular de quem precisa saber
Cria junto morando separado? As duas casas com o combinado compartilhado, calendário de convivência e despesa dividida entre os endereços ainda não é um plano da loja — é conversa. Fale com a gente.
Perguntas que todo pai e toda mãe faz.
Isso não é vigiar meu filho?
Não, e a gente desenhou contra isso. O 101 Lar não tem localização em tempo real, não lê conversa de criança e não gera relatório de comportamento. Ele mostra o que foi combinado — a rotina, a regra, a mesada — e quem topou. A criança vê exatamente o mesmo combinado que você vê. Se a ferramenta virasse vigilância, ela destruiria a única coisa que a faz funcionar: a criança querer abrir.
Meu filho de 7 anos consegue usar?
Consegue, e esse foi o teste mais duro do desenho. A rotina dela é figurinha e um toque pra marcar — sem ler frase, sem menu, sem senha complicada. O de 12 já usa a versão com texto, cofrinho e objetivo.
Prefiro não vincular mesada a tarefa. Dá?
Dá, e o padrão é justo esse. Cada criança tem o modo dela: a mesada pode ser livre (só cai na data, pra aprender a guardar) ou vinculada à rotina. Muita família usa livre pro menor e vinculada pro maior — as duas convivem na mesma casa.
Somos separados. Funciona nas duas casas?
Funciona, e foi pensado pra isso. Cada adulto entra com o acesso dele e enxerga o combinado das crianças — agenda, escola, saúde, regras. O que é da sua casa (suas contas, suas conversas) não atravessa pra outra.
E o 101 Racha, que já divide contas?
São coisas diferentes e a gente não vai fingir que não. O 101 Racha é pra dividir uma conta com qualquer um — a viagem, o churrasco, a república. O 101 Lar divide só a conta desta casa, entre os adultos que a sustentam, junto do resto da vida da família. Se o que você quer é rachar a pizza com os amigos, use o Racha.
E a privacidade das crianças?
Dados no Brasil, criptografados, sem anúncio e sem venda de dado — nunca, em nenhum plano. O app da criança não tem loja, não tem estranho e não tem publicidade. Você exporta tudo e apaga a conta quando quiser, com os dados dela junto.
Tire a casa da porta da geladeira.
Leva dez minutos: crie o lar, chame quem mora com você e coloque a primeira rotina. Na primeira noite já é a lista que cobra, não você.
Por onde você entra
Já usa o 101 Lar, ou ainda vai começar?
Entrar leva direto pro 101 Lar, sem escala. Se o que você quer é o plano, a cobrança ou os outros produtos que já assina, o lugar é a sua conta na 101.