Inventário de riscos
Perigo, fonte, quem está exposto, probabilidade × severidade e a medida de controle. É o miolo do PGR — e o que o auditor pede primeiro.
NR-1 · GRO/PGR
Inventário de risco, plano de ação, treinamento que vence, EPI com CA e ficha assinada, exame que precisa ser marcado. Tudo isso já existe na sua empresa — espalhado em planilha, pasta AZ e grupo de WhatsApp. Aqui é um registro só, e ele cobra sozinho.
NR-1 · GRO e PGR · eSocial S-2210 / S-2220 / S-2240
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vencidos hoje — reciclagem de NR-35, um ASO e um extintor
1
CAT aberta: o prazo do S-2210 é o primeiro dia útil
96%
das entregas de EPI com ficha assinada e CA conferido
Painel ilustrativo. Nenhum número desta página é de empresa real.
A empresa que fiscaliza tem PGR feito, treinamento dado e EPI comprado. O que falta é a linha que liga as três coisas — e essa linha hoje é a memória de uma pessoa só.
Hoje · planilha “controle geral 2026 (v7 FINAL).xlsx”
No 101 SST · o que vence, e de quem é
Não é um arquivo de documentos. É o inventário mandando no plano de ação, o plano de ação mandando no treinamento, e o treinamento mandando na entrega do EPI.
Perigo, fonte, quem está exposto, probabilidade × severidade e a medida de controle. É o miolo do PGR — e o que o auditor pede primeiro.
NR-1 · GRO/PGR
Toda medida vira tarefa com responsável, prazo e evidência. Sem responsável não fecha: plano de ação sem nome é lista de desejos.
NR-1 · 1.5.5.2
Turma, carga horária, instrutor, lista de presença e certificado. A reciclagem entra na agenda no dia em que o treinamento é lançado, não quando vence.
NR-35 · NR-33 · NR-10 · NR-12
Catálogo com número de CA e validade do certificado, entrega assinada no celular, substituição programada. CA vencido não sai do estoque.
NR-6
ASO admissional, periódico, de mudança de risco, de retorno e demissional — com a data do próximo já calculada pelo risco a que a pessoa está exposta.
NR-7 · PCMSO
PGR, PCMSO, LTCAT, ordem de serviço e ata de CIPA no lugar certo, com versão e data. E um relatório que se entrega ao fiscal sem montar nada.
NR-1 · NR-5
Quem escreve o PGR e quem tem que cumprir olham o mesmo dado de lugares diferentes. É o mesmo desenho do 101 BPF: a consultoria tem carteira, a empresa tem unidade.
Consultoria / SESMT externo
A visita de hoje vira o plano de ação de amanhã, e o cliente vê o que está pendente sem precisar telefonar. Serve pra consultoria de segurança do trabalho e pra consultoria de boas práticas — quem atende uma cozinha já visita o mesmo cliente.
Empresa · indústria, obra, transporte, frigorífico, cozinha industrial e padaria
O que vence, onde vence e quem resolve. O encarregado responde pelo celular, no chão de fábrica ou na cozinha, sem abrir sistema nenhum.
Treinamento, exame, certificado de aprovação e programa têm prazo — e prazo diferente um do outro. A régua abaixo é a de uma unidade com 46 pessoas, desenhada como exemplo.
Esses documentos são de profissional legalmente habilitado e de médico coordenador. O sistema guarda o inventário, o plano de ação e a versão do documento — quem assina continua sendo gente.
Dosimetria, ruído, calor e químico saem do laudo do higienista. O sistema registra o resultado, a data e a quem ele se aplica.
Ele monta o rascunho de S-2210, S-2220 e S-2240 com o dado que já está aqui e mostra o prazo. Quem transmite é a sua folha ou a sua contabilidade.
Promete que, quando o auditor pedir, o registro existe, está datado e tem nome em cima.
Todo plano declara um teto e nenhum plano é ilimitado — a régua da linha 101. O teto conta usuário: quem tem login e mexe no sistema. Trabalhador cadastrado no inventário é registro, não usuário, e não consome o teto — uma unidade com 300 expostos cabe no plano Empresa se quem opera o sistema forem cinco pessoas.
Pra quem tem técnico de segurança e unidades pra cuidar.
R$ 129,90 / mês
até 5 usuários
AssinarPra quem atende carteira de clientes e precisa provar o serviço.
R$ 349,90 / mês
até 20 usuários
AssinarServe exatamente pro que a consultoria entrega e vai embora: o plano de ação. O documento dela entra aqui como versão datada, e cada medida vira tarefa com responsável e prazo do seu lado. Muita empresa é autuada com o PGR em dia e o plano de ação parado.
O encarregado não abre sistema: ele recebe a inspeção no celular, tira a foto e assina a entrega do EPI com o dedo. Quem opera a tela cheia é o técnico de segurança e o RH — duas pessoas, não quarenta.
Dá, e é o primeiro passo da implantação: inventário de risco, pessoas, treinamentos com data e catálogo de EPI entram por planilha. O que não entra é o que a planilha nunca teve — o responsável de cada medida. Essa parte é conversa de 20 minutos.
Unidade é a divisão de dentro da empresa; empresa é a carteira da consultoria. As duas existem, e o que muda é só quem enxerga o quê — o técnico da unidade não vê as outras.
Conversa porque é o mesmo motor. O 101 SST é o 101 BPF com outro vocabulário: onde a cozinha tem planilha de temperatura, a fábrica tem inspeção de risco; onde uma tem manipulador treinado, a outra tem NR-35 com reciclagem. Quem já usa um reconhece o outro em cinco minutos.
Sim. O PGR, o PCMSO e os laudos continuam sendo de profissional habilitado em segurança ou medicina do trabalho — o sistema não muda isso. O que você ganha é o controle de validade pra sua carteira: treinamento, exame, EPI, documento, cada um com a data certa. E o treinamento de boas práticas de manipulação que você já aplica entra na mesma régua — é RDC 216/2004 e CVS estadual, não NR, mas o problema é o mesmo: prazo que ninguém controla.
Sem implantação, sem reunião de kickoff. Você manda a planilha que já usa, a gente sobe o inventário e a primeira coisa que você vê é a lista do que já venceu.
Falar com a gentePor onde você entra
Entrar leva direto pro 101 SST, sem escala. Se o que você quer é o plano, a cobrança ou os outros produtos que já assina, o lugar é a sua conta na 101.
101 SST é um produto da 101 softwares.